Ficou para trás, e tá tudo bem

Sabem aquele texto que anda circulando por aí sobre a importância de ir embora?

Para quem não leu, pode conferir aqui

De verdade, me identifiquei logo de cara. E depois, relendo, parei para pensar em que realmente faz muito sentindo. E me refiro aqui, especialmente no que diz respeito a seleção natural das coisas e da vida.

Sim, porque todas as vezes que “fui embora” tive aquela sensação, de querer manter contatos e participar de alguma forma. Algumas coisas deram certo, outras não. Você pensa em falar com aquela antiga colega de trabalho, com quem achava que tinha uma cumplicidade, mas se lembra que as poucas vezes que se falaram desde então, foi você que a procurou, e a conversa sempre fluiu mais parecendo com uma entrevista, do que como um bate papo. E hoje, senti vontade de mandar de novo, um: E ai, tudo bem? como estão as coisas? lembrei de vc… Só que aí eu lembrei de todas as vezes que fiz isso antes… e então desapeguei.

Sei lá, até soa meio triste… Mas a verdade é que não necessariamente a gente tem a mesma importância que eles tiveram para nós. E assim é avida, minha gente. Comigo, com você, com todos nós. E por isso, sempre que tivermos vontade, vamos embora, sem peso, o que ficar pelo caminho é que o que ficaria de qualquer jeito.

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